• ADEPOL
  • NOTÍCIAS
  • ARTIGOS
  • CONVÊNIOS
  • MÍDIA
    • VÍDEOS
    • FOTOS
  • INSTITUCIONAL
    • CONTATO
    • ESTATUTO
    • APOSENTADOS
    • OBITUÁRIO
Facebook Twitter Instagram WhatsApp
ADEPOL MS
  • ADEPOL
  • NOTÍCIAS

    A ADEPOL-MS firma convênio com o representante do Kung Fu Wing Chun

    12 de fevereiro de 2026

    A ADEPOL-MS firma convênio com a Real Hunting

    9 de fevereiro de 2026

    A ADEPOL-MS firma convênio com a UNINTER

    29 de janeiro de 2026

    A ADEPOL-MS firma convênio com a  Cervejaria Prosa

    23 de janeiro de 2026

    A ADEPOL-MS firma convênio com o Restaurante Hay Hay

    13 de janeiro de 2026
  • ARTIGOS

    Do dolo eventual por omissão na guarda de Pitbulls e outros animais

    28 de abril de 2025

    A era do interpretativismo

    31 de outubro de 2024

    VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: CRIME ESPECÍFICO CONTRA VÍTIMA MULHER E A COMPROVAÇÃO DO DANO EMOCIONAL

    3 de setembro de 2024

    Artigo: Leis insuficientes e outros desafios na repressão a crimes ambientais complexos

    27 de julho de 2023

    Artigo ‘Relatório Policial Regenerado: O Depoimento Do Delegado De Polícia’

    12 de junho de 2023
  • CONVÊNIOS
  • MÍDIA
    • VÍDEOS
    • FOTOS
  • INSTITUCIONAL
    • CONTATO
    • ESTATUTO
    • APOSENTADOS
    • OBITUÁRIO
ADEPOL MS
Home»Notícias»A saúde mental dos profissionais de Segurança Pública não faz quarentena
Notícias

A saúde mental dos profissionais de Segurança Pública não faz quarentena

19 de fevereiro de 2021Updated:19 de outubro de 20214 Mins Read
Facebook Twitter WhatsApp E-mail

Desde março de 2020, temos assistido a uma série de descontinuidades nos
serviços em detrimento de restrições sanitárias. Praticar o isolamento e o
distanciamento social são as principais medidas preventivas para o Covid-19.
No entanto, sob essa justificativa, alguns serviços fundamentais de
assistência à saúde mental dos profissionais de segurança pública estão
ameaçados.

Considerados como trabalhadores essenciais desde o início da pandemia, os
profissionais de segurança pública permanecem nas ruas, expostos ao vírus e
convivendo com o medo de se contaminar e contaminar seus familiares.
Nesse contexto, o suporte emocional se faz essencial para esses agentes.

Sabemos que o descaso com a saúde mental dos profissionais de segurança
pública não teve início com a pandemia. A saúde mental é um tema polêmico
e pouco compreendido na segurança pública no Brasil. Segundo o Ministério
da Saúde, o suicídio é um problema de saúde pública. Entretanto, as
organizações de segurança pública brasileiras tendem a considerá-lo como
um problema de saúde do sujeito em sofrimento psíquico.

Um reflexo dessa visão é que as instituições não se preparam para lidar com o
problema de uma forma coletiva. Os serviços assistenciais, quando existem,
enfrentam uma série de desafios, desde a carência de profissionais até as
resistências internas para manter seu funcionamento. A lógica dominante ainda é a de que um bom policial não precisa deste tipo de apoio e de que
muitos policiais fingem adoecimento para se esquivarem do trabalho policial.

O estudo que realizamos em 2014, nas 27 unidades federativas, nos ensinou
que o cuidado com a saúde mental dos agentes de segurança pública não faz
parte do planejamento estratégico das polícias militares. A inexistência de
vontade política evidencia que a agenda das políticas estaduais de segurança
pública, desde a institucionalização do primeiro Plano Nacional de Segurança
Pública no país, em 2000, não avançou.

É evidente que identificamos alguns avanços nos últimos anos. Muitos deles
são iniciativas de policiais que passaram a buscar diversas fontes de
conhecimento para mudarem a realidade de suas próprias instituições. No
Distrito Federal, por exemplo, o Programa de Valorização da Vida foi instituído
em 2018, por meio de articulação entre a Capelania e o Centro de Atendimento
Psicossocial. O objetivo era fornecer uma perspectiva interdisciplinar,
comprometida com o cuidado integral e preventivo da saúde.

Apesar dos avanços, identificamos que, quando não acontece o
comprometimento coletivo dos gestores, com a promoção da saúde mental
dos agentes, as ações de intervenção e prevenção são rapidamente
enfraquecidas ou descontinuadas. No entanto, essa escolha tem gerado uma
série de revezes.

Em primeiro lugar, para os próprios policiais, que não encontram o amparo
necessário em suas instituições. Em segundo lugar, para as famílias desses
agentes que, muitas vezes, representam o espaço onde policiais extravasam
suas tensões e frustrações. Em terceiro lugar, para a própria instituição
policial, que passa a conviver com um ambiente de trabalho marcado por
perdas, desde casos de afastamento por saúde mental e até de suicídio entre
os seus agentes. Por m, para a sociedade, anal é ela que demandará os
serviços deste policial.

Existe um longo caminho a ser percorrido para melhorar a atenção a saúde
dispensada a esses profissionais. A existência de espaços de escuta e
atendimento qualificado, sem dúvida, é um ponto fundamental. Entretanto, há
questões organizacionais que precisam ser revisadas, entre elas estão: longas
jornadas, condições inadequadas de trabalho, punições arbitrárias, convívio
com humilhações verbais, carência de recursos humanos e materiais, entre
outros.

Quaisquer que sejam as ações de promoção da saúde desses profissionais, é
preciso que elas tenham capilaridade e perenidade. Em momentos de crise, o
cuidado com a saúde emocional do profissional de segurança pública é
fundamental. Por isso, reforçamos que a saúde mental deve fazer parte da
agenda de prioridades das políticas de segurança pública do país. Do
contrário, todos sairão perdendo.

Dayse Miranda – Diretora Executiva do Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em
Suicídio (Ippes). Doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USO),
estudiosa sobre o tema suicídio na segurança pública, organizadora e uma das autoras do
livro “Por que Policiais se Matam”.

Fernanda Cruz – Socióloga, pesquisadora de pós-doutorado no Núcleo de Estudos da
Violência (NEV-USP), associada do Grupo de Estudos de Pesquisa em Suicídio e Prevenção
(Gepesp). 

Fonte: Fonte Segura

Share. Facebook Twitter E-mail WhatsApp
Previous ArticleComunicado – Acesso ao estacionamento da DGPC
Next Article Diário Oficial publica aposentadoria do Delegado de Polícia Marcelo Vargas Lopes

O que estão lendo agora:

A ADEPOL-MS firma convênio com o representante do Kung Fu Wing Chun

12 de fevereiro de 2026

A ADEPOL-MS firma convênio com a Real Hunting

9 de fevereiro de 2026

Leave A Reply Cancel Reply

VÍDEO MAIS RECENTE / YOUTUBE
https://youtu.be/CW2R4Xw_0vM
NOSSO ENDEREÇO
R. Dr. Robison Benedito Maia, 321
Carandá Bosque
Campo Grande – MS, CEP 79032-140
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
ADEPOL/ SEDE
Segunda a sexta-feira
das 08:00 às 12:00 e das 13h00 às 17h00
FALE CONOSCO

(67) 3326-4334 ou (67) 98405-9167 (WhatsApp)
Hotel de Trânsito: (67) 3326-2739
E-mail: adepolms@gmail.com

Facebook Instagram YouTube
Gerenciado por Santo Graal

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.