Reportagem especial do Fantástico mostrará a situação de caos que a Polícia Civil dos estados enfrenta

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Na edição do FANTÁSTICO deste domingo, 22 de outubro, haverá uma grande reportagem que denunciará e retratará de forma crua e realista as mazelas por que passam as Polícias Civis brasileiras.

Esta reportagem foi fruto de articulação da FENDEPOL (Federação Nacional dos Delegados de Polícia Civil) por meses. No qual foi feito um estudo embasado em quase todos os Estados, sobre a carência de Delegados de Polícia conjugada com acúmulo de unidades sem qualquer apoio, remunerações baixas, que levam a evasão de quadros em vários Estados, dentre outras realidades que expõem a miséria das instituições, causadas por políticas criminosas de sucessivos governos.

O presidente da FENDEPOL, Rodolfo Queiroz Laterza, esteve na Central de Jornalismo da Rede Globo, em São Paulo e, na ocasião, foi articulada em diversos Estados a gravação de matérias que evidenciaram o quadro de colapso estrutural das polícias civis. Lideranças classistas também contribuíram para com o material jornalístico, e uma das entrevistadas foi a presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Mato Grosso do Sul (ADEPOL/MS), Regina Márcia Rodrigues, que falou sobre a situação em que se encontra a Polícia Civil do estado.

Para mostrar a realidade, a equipe apurou com detalhes e mostrará a conjuntura atual que a Polícia Civil enfrenta, a nível local e nacional, a ausência de incentivos dos governos, a necessidade de recursos humanos, falta de investimentos estruturais e de serviços de investigação criminal, e como tudo isso reflete na sociedade.

A partir da repercussão desta matéria inédita, quanto ao cenário das polícias judiciárias, poderão ser deflagrados grandes movimentos sociais e políticos, que possam ao menos trabalhar por soluções estruturais para que se mude de uma vez uma realidade de décadas de indigência, injustiça e desvalorização das polícias civis que são as que possuem atribuição constitucional para exercer a Investigação no país, sendo portanto estratégicas para o combate à impunidade que tanto humilha o Brasil.

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